CÓDIGO FLORESTAL Uma visão Técnico-jurídica 1934-1965-2012

Todas as obras disponíveis no mercado editorial sobre esta importante área do Direito, que é o Direito Ambiental, são redigidas por profissionais ligados à seara jurídica, como juízes, promotores, desembargadores, advogados. Distantes do mundo real e apoiando-se exclusivamente nas normas e conceitos, a realidade e a prática da vida se apresentam como situações muito distantes e abstratas. Não se conhece nenhuma obra concebida por um profissional ligado às ciências agrárias, biológicas ou tecnológicas, mais afeitos e próximos ao cotidiano das pessoas e dos fatos, que possuem uma diferente visão e interpretação dos dispositivos legais, fazendo este liame tão importante entre teoria e prática. Na visão do autor, o atual Código Florestal mostrou-se mais conectado com a realidade, considerando o meio ambiente como uma instituição, ao mesmo tempo, natural e social, de que todos fazem parte. Na sua visão, o legislador insistiu que o papel das pessoas na vida das florestas é muito mais importante do que o papel da floresta na vida das pessoas. A nova lei procurou adaptar as normas anteriores à nova realidade socioeconômica e ambiental do país. Dissociar o homem de seu ambiente e de sua realidade é acreditar que jamais as leis serão cumpridas.

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